Chichen Itza Archaeological Zone
História e Cultura
Chichén Itzá é o melhor exemplo dos movimentos migratórios que ocorreram na Mesoamérica durante o início do Pós-Clássico, pois reúne características da cultura material tanto da área maia quanto do México central, especialmente aquelas de origem tolteca. Além disso, Chichén Itzá foi a capital de um extenso território da Península de Yucatán, liderado pela Liga de Mayapán, entre os anos 987 e 1200 d.C.
A zona arqueológica de Chichén Itzá é mundialmente famosa pelo jogo de luz e sombra que ocorre a cada equinócio nos degraus da base piramidal conhecida como El Castillo. Neste fenômeno, o sol, ao nascer sobre o horizonte, ilumina a viga ocidental da base, criando triângulos de luz e sombra que parecem descer até a cabeça da serpente esculpida no corrimão. Esse evento, possível graças à orientação e inclinação precisas dos planos da base, demonstra o elevado conhecimento astronômico e arquitetônico que os maias possuíam, tornando Chichén Itzá uma das culturas e regiões mais estudadas nesses aspectos, além da organização político-territorial e exploração de recursos. Cronologia: 525 a 1200 d.C. Localização cronológica principal: Início do Pós-Clássico, 900 a 1200 d.C.
Taxa de entrada: R$ 80 MXN
Importante: Além disso, o Governo do Estado, por meio da Agência de Administração Tributária de Yucatán, cobra uma entrada geral de R$ 417 MXN, e para mexicanos que comprovem sua nacionalidade por meio de documento oficial, a entrada adicional será de R$ 130 MXN.
A zona arqueológica de Chichén Itzá é mundialmente famosa pelo jogo de luz e sombra que ocorre a cada equinócio nos degraus da base piramidal conhecida como El Castillo. Neste fenômeno, o sol, ao nascer sobre o horizonte, ilumina a viga ocidental da base, criando triângulos de luz e sombra que parecem descer até a cabeça da serpente esculpida no corrimão. Esse evento, possível graças à orientação e inclinação precisas dos planos da base, demonstra o elevado conhecimento astronômico e arquitetônico que os maias possuíam, tornando Chichén Itzá uma das culturas e regiões mais estudadas nesses aspectos, além da organização político-territorial e exploração de recursos. Cronologia: 525 a 1200 d.C. Localização cronológica principal: Início do Pós-Clássico, 900 a 1200 d.C.
Taxa de entrada: R$ 80 MXN
Importante: Além disso, o Governo do Estado, por meio da Agência de Administração Tributária de Yucatán, cobra uma entrada geral de R$ 417 MXN, e para mexicanos que comprovem sua nacionalidade por meio de documento oficial, a entrada adicional será de R$ 130 MXN.
Perguntas Frequentes
Chichén Itzá se destaca pelo seu significativo valor histórico e cultural, especialmente pelo fenômeno astronômico do jogo de luz e sombra no El Castillo durante os equinócios, além de seu papel como capital da Liga de Mayapán entre 987 e 1200 d.C.
A melhor época para visitar Chichén Itzá e observar o fenômeno da luz e sombra no El Castillo é durante os equinócios de primavera e outono, quando o sol cria os triângulos de sombra que parecem se mover até a cabeça da serpente.
A taxa básica de entrada é de 80 MXN. Além disso, há uma cobrança estadual geral de 417 MXN, mas mexicanos que apresentem documento oficial pagam uma entrada adicional reduzida de 130 MXN.
Chichén Itzá reúne elementos culturais maias e toltecas, especialmente visíveis na arquitetura e nas esculturas, refletindo o intercâmbio cultural na Mesoamérica no início do Pós-Clássico.
Chichén Itzá evidencia o impressionante conhecimento astronômico dos maias, especialmente no alinhamento arquitetônico de El Castillo, que marca eventos solares como os equinócios com alta precisão.
Além de El Castillo, a Zona Arqueológica possui várias estruturas importantes como o Templo dos Guerreiros, o Observatório (El Caracol), o Cenote Sagrado e o Grupo das Mil Colunas, entre outros.
Sim, Chichén Itzá está aberta durante todo o ano, mas as condições climáticas e a quantidade de visitantes podem variar, sendo os equinócios os períodos de maior interesse turístico.
Você deve apresentar um documento oficial válido que comprove sua cidadania mexicana, como passaporte mexicano, carteira de identidade ou outro documento emitido pelo governo.
Recomenda-se usar protetor solar, chapéu e calçados confortáveis, além de levar água, já que a área aberta pode ser muito quente e o passeio exige caminhada.
A forma mais comum é por carro alugado, ônibus turístico ou excursão organizada, com rotas bem sinalizadas saindo das principais cidades como Cancún, Playa del Carmen e Mérida.